Nosso Diamante
Diamantes Vangolden reúnem pedras naturais e de laboratório selecionadas pelo que realmente importa: corte, pureza visual e presença no design.

O que é um Diamante
Diamante é carbono em forma cristalina.
A estrutura do cristal torna o diamante extremamente resistente ao risco (referência máxima na escala de Mohs) e capaz de devolver luz com muita intensidade quando a lapidação está certa.
O diamante natural se forma ao longo de períodos geológicos, em condições extremas de pressão e temperatura no interior da Terra, e chega à superfície por processos vulcânicos.
O diamante de laboratório (lab-grown) nasce do mesmo material (carbono), mas é criado em ambiente controlado, replicando as condições de formação por tecnologia.
Em termos de composição e aparência, ambos são diamantes; o que muda é a origem.
Os 4 Cs
O conceito dos 4Cs foi criado pelo Instituto Gemológico da América (GIA) e se tornou o principal critério para a classificação de todos os diamantes.

Corte (Cut)
“Corte” não é o formato (oval, redondo, esmeralda). Corte é a qualidade da lapidação. Esse é um dos fatores mais importantes, porque é ele que determina o brilho do diamante.
É a forma como o diamante foi cortado e polido para refletir a luz.
Quando o corte é bem feito, a luz entra na pedra, reflete internamente e sai com muito brilho e “fogo”.
Se o corte for ruim, mesmo um diamante grande e caro pode parecer opaco e sem vida.
Por isso, muitas vezes um diamante menor, mas bem lapidado, brilha mais do que um maior mal lapidado.

Clareza (Clarity)
Refere-se às pequenas marcas naturais que o diamante pode ter, chamadas de inclusões ou imperfeições. Essas marcas se formam durante milhões de anos no interior da Terra e fazem parte da história da pedra.
A maioria delas só é visível com lupa de aumento e não interfere no brilho nem na beleza do diamante.
Quanto menos inclusões ele tiver, mais raro e valioso ele será, mas muitos diamantes com pequenas inclusões são visualmente perfeitos aos olhos de quem usa.
A escala de clareza da GIA vai dos graus mais altos, com inclusões extremamente difíceis de identificar, até os graus em que essas características já podem ser vistas com mais facilidade. Ela é dividida da seguinte forma:
FL: diamantes sem inclusões internas visíveis em ampliação
VVS1 / VVS2: inclusões extremamente mínimas, muito difíceis de localizar mesmo com lupa
VS1 / VS2: inclusões muito pequenas, normalmente invisíveis a olho nu
SI1 / SI2: inclusões mais perceptíveis na ampliação, podendo ou não ser notadas sem lupa dependendo do caso
I1 / I2 / I3: inclusões evidentes, com impacto maior na aparência e, em alguns casos, na estrutura
Na Vangolden usamos diamantes naturais com clareza VS+ e diamantes de laboratório com clareza VVS+.

Quilate (Carat Weight)
Quilate é peso, não tamanho. Um quilate equivale a 0,2 gramas, e cada quilate é subdividido em 100 pontos (ex.: 0,75 ct = 75 points).
A presença no dedo depende muito do corte e das proporções, então dois diamantes com o mesmo quilate podem “parecer” diferentes visualmente. E um detalhe básico que evita confusão: carat (quilate) não é karat (k), que é pureza do ouro.

Cor (Color)
A escala D–Z da GIA é o padrão da indústria para diamantes na faixa “incolor até levemente amarelado/marrom”. Ela começa em D (mais incolor) e segue até Z conforme a presença de cor aumenta.
A avaliação de cor é feita por comparação com pedras de referência, sob iluminação controlada e condições de observação precisas.
Na prática, a cor influencia a aparência visual do diamante e deve ser analisada em conjunto com o metal e o design da joia, já que a leitura visual pode mudar conforme o contexto da peça.
Na Vangolden usamos por padrão diamantes naturais de cor I-J e diamantes de laboratório de cor entre D-E-F.

Certificação
Certificação de diamante é um laudo técnico emitido por um laboratório independente — como GIA ou IGI — que descreve aquele diamante e registra um número de relatório. Esse número é a “identidade” do diamante: dá para conferir online no site do próprio laboratório e garantir que as informações do laudo batem com o que está sendo vendido.
Em muitos casos, esse número também pode aparecer como uma inscrição a laser microscópica na “cintura” do diamante. Isso ajuda a confirmar que o diamante físico é o mesmo do laudo.
Para diamantes naturais, GIA e IGI emitem relatórios com as características do diamante (incluindo os 4Cs e medidas).
Para diamantes de laboratório, o IGI também emite laudos normalmente. Já o GIA, desde 1º de outubro de 2025, passou a usar uma avaliação própria para diamantes de laboratório (com categorias como “Premium” e “Standard”) para diferenciar claramente dos relatórios de diamantes naturais.
Hoje, na Vangolden, oferecemos certificados gemológicos reconhecidos nas seguintes situações:
•Diamantes de laboratório: a partir de 1,00 ct, sob consulta de disponibilidade;
•Diamantes naturais: a partir de 0,30 ct, sob consulta de disponibilidade;

Diamantes Fancy
Segundo a GIA, diamantes fancy são aqueles que apresentam cor fora da faixa tradicional D–Z, usada para diamantes do incolor até tons leves de amarelo ou marrom. Nessa categoria entram cores como amarelo intenso, rosa, azul e verde.
Essas cores podem surgir por condições específicas durante a formação do diamante, como alterações na estrutura cristalina e outros fatores naturais que influenciam sua coloração.
Quanto mais pura, intensa e saturada for a cor, mais raro e valioso tende a ser o diamante fancy.

Como escolher sua gema
Escolher a gema tem menos a ver com “brilho” e mais com o que você quer marcar naquele momento e com o que essa joia vai dizer daqui a 10, 20, 50 anos.
O diamante natural carrega a leitura mais clássica de raridade, herança e continuidade.
O diamante de laboratório tem a mesma composição e a mesma estética do diamante, mas conversa com uma escolha mais contemporânea, de tecnologia e rastreabilidade, mantendo a presença e o simbolismo do anel.
Nenhum é “melhor”. São duas formas de contar a mesma história com nuances diferentes.
Na Vangolden, a decisão parte da sua intenção, mais discreto ou mais marcante, mais tradicional ou mais atual e do estilo da peça, porque é o design que dá permanência. Quando proporção, lapidação e cravação estão no lugar certo, a joia fica refinada e inesquecível em qualquer uma das opções.
No fim, o que prevalece é a assinatura do nosso trabalho e a história de vocês.
Nossas Gemas
FAQ — Nosso Diamante
Sobre o que é diamante
Em composição, sim: ambos são diamantes. O que muda é a história de origem.
Escolha pela história que você quer carregar e pela proposta do projeto. Natural costuma conversar com tradição e herança; laboratório com uma leitura mais contemporânea.
Em ambos, o resultado Vangolden vem do design e da execução.
Padrão de seleção Vangolden
Porque esse padrão entrega uma leitura sofisticada e muito consistente quando o conjunto está correto. Cor I, bem escolhida e bem montada, pode ficar extremamente elegante — principalmente quando o design e o metal foram pensados para isso. Já VS+ mantém excelente limpeza visual a olho nu na maioria dos casos.
Porém, se você desejar outra faixa de qualidade, seja para ajustar o orçamento ou seguir uma preferência específica, também conseguimos selecionar diamantes com características diferentes, sempre explicando de forma transparente as diferenças de cor, clareza e preço para que a escolha seja consciente.
Porque essa categoria permite atingir padrões mais altos de cor e clareza de forma mais acessível do que no diamante natural. Por isso, selecionamos diamantes cultivados entre D-E-F e VVS+, priorizando gemas mais incolores, com inclusões extremamente discretas e excelente aparência visual.
É a avaliação de como o diamante foi lapidado: proporções, simetria e polimento. Isso determina como a luz retorna ao olho. Em outras palavras: é o que separa um diamante “ok” de um diamante com presença.
Na Vangolden sempre vamos optar por padrão por um corte "muito bom".
Toda joia acompanha o Certificado de Autenticidade Vangolden. Além disso, também trabalhamos com certificação gemológica internacional, como GIA e IGI, sob consulta.
A certificação GIA pode ser solicitada para diamantes a partir de 0,30 ct, enquanto a IGI costuma ser utilizada a partir de 1,00 ct, considerando a viabilidade e o custo adicional do processo.
Cuidados
Pode. Dureza é resistência a riscos, não invulnerabilidade a impacto. Pancadas em ângulo, principalmente na cintura/quinas (dependendo do corte), podem causar lascas. Por isso, a cravação e o perfil de uso importam.
Não. O diamante possui altíssima resistência a riscos, o que faz com que preserve sua superfície e seu brilho por muitos anos. Ainda assim, ele pode acumular resíduos, gordura e cosméticos na superfície, o que reduz temporariamente sua aparência de brilho sem que isso signifique dano à gema
Água morna + detergente neutro + escova macia. Evite químicos agressivos e cuidado com ralos (sempre use uma peneira ou faça em recipiente). Para limpezas profundas, o ideal é uma avaliação profissional.

